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Algumas razões que me levaram a decisão de retornar aos Cursos:

THE STAGE OF LIFE - MIND COACH - PNL  - SUPERMIND - A ARTE DE FALAR AO PÚBLICO.

1. Passados mais de vinte anos a intolerância, a indecisão, a inconstância, os desafios, o temor, o ódio, a vaidade, a inveja, a desconfiança, o Ego e a inércia, o stress ou a depressão e a insônia continuam presentes na vida das pessoas. E o segredo continua escondido e o pulo do gato guardado a sete chaves.

2. As mídias sociais não fazem diferença entre os bons e os razoáveis: todos são especialistas. (Muitos vivem na superfície e poucos conhecem a profundidade do que ensinam).

3. Estamos a viver em uma sociedade em vias de despressurização, as máscaras começam a cair. Devemos proceder conforme a orientação dadas nos aviões: “primeiro coloque na sua face, depois nos que estão ao seu lado.”  Menos hipocrisia + autoestima.

4. O pedido dos graduados e a palestra sobre PROCRASTINAR OU EMPURRAR COM A BARRIGA que proferi no congresso sobre Desenvolvimento e Orientação Mental em Goiás, para mais de oitocentas pessoas. Ela está transcrita abaixo logo após a conversa que tive com meu filho, quem praticamente intimou me a trabalhar.

    Era uma tarde agradável, de um dia comum em minha vida, conversava com meu filho Ricardo, sobre as nossas diferenças de percepção do mundo em que vivemos, do trabalho que realizamos, no sentido de despertar, nas pessoas os recursos internos (dons e habilidades) e do sucesso que ambos compartilhávamos, cada um a sua maneira e de forma intensa e entusiasmada.
 
    No século passado ele morou e estudou na Europa, por alguns anos e eu viajei para a Europa, durante vários anos seguidos. Lembramos do período em que ele residia em Londres, da cultura dos ingleses, das minhas viagens ao Reino Unindo, das culturais dos nativos, da Escócia,    
do país de Gales, da Irlanda e, principalmente da Inglaterra. Tanto lá como cá, existem as diferenças regionais, as diferenças entre pais e filhos e entre trabalhadores autônomos, empregados e empregadores.  

    Aprendi através dos anos respeitar as particularidades de cada indivíduo e em particular a admirar as qualidades das pessoas. razão pela qual ouvia atentamente o que Ricardo me dizia:

Pai você trabalhou muito, mas nos últimos vinte anos visitou os parentes e amigos no Reino Unido e viajou para New York e boa parte dos EEUU, Você não acha que está na hora de trabalhar um pouquinho mais, pelo menos partilhar com as pessoas o que você viveu,  o que aprendeu e ensinou nos cursos de Controle Mental!  Tem muitos graduados do Silva Mind Control, do Dom, da PNL e seguidores que gostariam de vê-lo em atividades.

    Senti-me, pela primeira vez na vida, como um computador do século passado, atualizado com os recursos da nova tecnologia, mas encostado egoisticamente em um canto da sala. Senti que iria morrer sem cumprir a minha missão. E para reforçar esse sentimento, passei pelo procedimento cardíaco de ablação. Encontrei muitas pessoas incutindo o medo, que sentiam a respeito de qualquer procedimento cirúrgico no coração. Encontrei também os que falaram: - isso não é nada, muita gente faz isso, não demora nem duas horas, como se a gravidade, na cabeça deles, estivesse relacionada ao tempo de restauro e não da qualidade da recuperação. outro fator interessante é que “ pimenta no olho do outro é refresco.”
    
    Lembrei-me dos múltiplos exercícios e ferramentas que desenvolvi através dos anos, principalmente da filosofia da unidade total, cujo principal exercício e o de renascer para o novo mundo. Essa filosofia nos conduz ao segredo ou ao milagre de transformar o desfio em oportunidade. Para isso é preciso mudar o estilo de viver, aceitar que na vida moderna não estamos livre do stress, da insônia, da obesidade, dos efeitos das drogas (ilícitas ou legais), da inércia física e mental, do desconhecimento da Intuição verdadeira, do poder da ancoragem e da falta de crença na nossa própria capacidade de ultrapassar obstáculos, dos temores e revoltas incutidos, por grande parte dos meios de comunicação.  

    “Num piscar de olhos, tomei a decisão fantástica comunicar aos meus seguidores que estou de retorno no coração do Jardim Paulista em São Paulo”

    Estou pronto para compartilhar com os amigos o segredo das mais modernas e eficientes técnicas, exercícios, ferramentas e livros (uns censurados outros proibidos) construídos através de vivências, imaginações e contatos com pessoas de outros continentes, que relataram seus desafios, incertezas, vitórias e alegrias. Espelhei-me nas pessoas prosperas, fiz minhas escolhas e construi a verdadeiras obras do meu caminho.   

    Vinte e quatro anos se passaram e muitos continuam com o mantra da lamentação.

Palestra realizada no dia 03 de agosto de 1992, pelo Instrutor Rico no seminário organizado pelo Júlio Gollin, Presidente da Associação Azul de Pesquisa e Estudos da Mente, no auditório da pousada do Rio Quente, em Goiás, para oitocentos e cinquenta graduados de Desenvolvimento e Orientação Mental (DOM) .

TEMA: A Energia Mental na Procrastinação.

Algumas pessoas acham que estamos aqui esta noite por acaso.
Algumas pessoas acham que estamos reunidos por acaso.

A vida não é por acaso.

Estamos reunidos nesta noite, nesta Pousada, neste salão, no momento oportuno.
Mesmo que não saibamos a razão maior para estarmos aqui, devemos saber que uma força universal nos trouxe até este momento.
Há razões suficientes para meditarmos a respeito da significação do que estamos fazendo aqui.
Agora é o instante presente.
Aqui é o momento que só você poderá vivê-lo.
Queremos crer que há uma razão visível e palpável para cada um de nós, que justifique esta reunião, de pessoas que se unem para a evolução espiritual.
Há, sim, uma razão particular, mas há também uma especial razão coletiva.
Queremos crer que esta finalidade coletiva seja a divulgação do trabalho do DOM e, mais importante ainda, é a missão energética e espiritual de cada um, que está reservada para os dias futuros e que será revelada através da meditação.
É chegado o momento.
Meditemos pois se viemos neste mundo somente para comer, dormir, procriar e se divertir.

Queremos crer que cada um de nós no momento oportuno, durante a meditação, receberá o necessário para ser um canal, um receptor e um transmissor energético, através do qual a mensagem cósmica fluirá, preparando a humanidade para a chegada do grande futuro, para a entrada do terceiro milênio.
Particularmente, queremos crer que o joio já está separado do trigo.
O chamado que a cada um recebeu foi uma convocação intuitiva ao clamor do universo.
O clamor do universo é a voz divina que ecoa nos nossos corações.
É a manifestação da vontade de Deus, no íntimo do nosso ser, que resplandece a beleza da alma e possibilita a propagação da energia vital e a irradiação de nossos ideais.
Estamos vivendo o momento, o instante e o presente do seminário.
Ele foi idealizado por muitas razões. Nós gostaríamos que você acrescentasse mais uma.
A sua razão.
Enquanto você procura a mais importante.
Será que a nossa mensagem através de cada um é capaz de atingir a todas as pessoas indistintamente; ou podemos observar que a mudança em nós mesmos modificará a compreensão dos indivíduos que nos observam com seus próprios olhos?
As pessoas veem o que querem enxergar.
Ao mudarmos a maneira de ver o mundo e de relacionamento com os semelhantes, entenderemos que através do nosso exemplo, cada qual poderá modificar o seu comportamento, mas para que isto ocorra é preciso chegar o instante em que a pessoas esteja preparada, para compreender o que acontece com ela.
Às que precisam melhorar o entendimento da vida, a compreensão de si mesmas e a forma de agirem no mundo dedicamos a palestra de hoje.

Procrastinação

O verbo procrastinar todos sabemos que significa postergar ou deixar para depois e que hoje está substituído por "empurrar com a barriga", "ir levando" e outras expressões do gênero.
Enquanto alguns vão levando, outros não querem sair da inércia.
Em sociedade encontramos pessoas que agem e as que reagem. A maioria é constituída por aqueles que reagem, pelos sem iniciativa e por aqueles que esperam sempre pelos outros ou pelos acontecimentos. Dizem eles: "Vamos ver o que acontece primeiro e depois veremos o que fazer."
Calma e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.
Entre estes encontramos aqueles mais acomodados, que além de esperar, deixam tudo para depois.
Assim se expressam:
Sempre há tempo para se recuperar.
Quando alguém lhe pergunta como vai a vida, responde:
– Vou levando, correndo atrás do prejuízo.
Sua filosofia é: depois eu faço.

DIZEM

Vou fazendo assim, se não der certo, depois eu conserto e, se eu não puder, alguém fará por mim.
Falamos já a alguns minutos que estamos aqui porque há razões para tal. Nossa oportunidade chegou. Chegou porque somos seres que agem. Acreditamos na letra da música de Vandré. "Quem sabe faz a hora não espera acontecer."
Somos diferentes daqueles que quando sentem vontade de trabalhar, procuram uma cadeira, sentam-se e esperam a vontade passar.
Algumas pessoas trabalham tanto para as outras, enquanto que muitas se esforçam tanto para continuarem não fazendo nada.
A sociedade é formada por grupos e os grupos são constituídos de indivíduos.
O fato mais comum e universal entre as pessoas que formam um grupo é que umas falam muito e outras falam pouco. Algumas trabalham, outras observam.
Esta é a lógica da interação grupal.
Os grupos passam por estágios de acordo com o desenvolvimento de seus componentes.
Nós sabemos que as pessoas passam a pertencer a um grupo, para um propósito comum, cujo objetivo será atingido se houver um líder.
No estágio infantil, os membros do grupo estão preocupados consigo mesmos. Ao passar para o estágio adolescente, seus componentes que ressaltam o valor do grupo, sua atuação e valorização como entidade.
Ao atingir o estágio adulto, o grupo, como um todo, ocupa-se com o objetivo final, com o propósito maior.
Seguindo este raciocínio, algumas indagações poderíamos fazer:
Como valorizar o indivíduo na sociedade?
Cada pessoa é a história de uma vida. Como cuidar para que todos participem com amor?
Como torná-la consciente de sua própria vida? Em que grupo está vivendo? É ela uma pessoa participativa, ou apenas um número no grupo?
Queremos acreditar que a melhor forma de ajudar é proporcionar ao indivíduos situações que possibilitem a compreensão de seus sentimentos e o desenvolvimento de suas potencialidades sem restrições nem antagonismos.
Acreditamos também que, alguns propósitos e objetivos deixam de ser alcançados, pelas inconsciências, incertezas, sentimentos de menos valia e formas rígidas de vida que os indivíduos possuem.
Uma boa parte da manutenção desses sentimentos se deve à nossa cultura conservacionista, de padrões rígidos e ortodoxos, de pensamentos padronizados e da falta de manifestação de nossas ideias, pelo medo de errar ou de imaginar o que é que os outros vão pensar a nosso respeito.

As influências mais poderosas sobre a nossa cultura, a chamada cultura moderna, derivam da revolução filosófica e científica do século XVII, do cultivo da dúvida cartesiana e do nascimento da física newtoniana ou clássica.
Ambas mudaram radicalmente o modo como vemos a nós mesmos e a nossa relação com o mundo.
A filosofia cartesiana arrancou os seres humanos do contexto religioso, social e familiar e lançou-os de ponta cabeça, no que chamamos de CULTURA CENTRADA NO EU. Uma cultura dominada pelo egocentrismo; por uma ênfase exagerada do "MEU".
A visão de Newton arrancou-nos da própria substância do universo.
A Física Clássica transmutou o cosmo vivo, cheio de sentido e inteligência e movido pelo amor de Deus em benefício do homem.
Em uma máquina morta e previsível.
A revolução de Copérnico havia deslocado a terra e, portanto, os seres humanos, do centro das coisas enquanto que as três leis do Movimento de Newton e seu modelo mecânico do sistema solar forneceram a planta para um projeto completamente despido de vida. As coisas se moviam porque obedeciam as leis fixas e determinadas.
Os seres humanos e suas letras, toda a consciência e a própria vida tornaram-se irrelevantes ao funcionamento da vasta máquina universal.
Ao longo da história, o homem tem retirado da teoria física corrente de sua época a concepção de si mesmo e do lugar que ocupa no universo.
Com o passar desses trezentos anos, ele tem encontrado no mundo físico e não-físico uma visão mecanicista fria, para o sentido de identidade própria e suas noções de como se relaciona com o mundo e com as pessoas.
A arquitetura de Le Corbusier e o completo arsenal da parafernália tecnológica que atinge todos os aspectos de nossa vida diária, permaneceram tão profundamente em nossas consciências que, todos e cada um de nós, nos enxergamos refletidos no espelho da física clássica e sua lógica.
Estamos mergulhados no que Bertrand Russel chamou de desespero inarredável.
O mundo que a ciência nos apresenta para que acreditemos nos diz:
"O homem é produto de causas que não tinham nenhuma previsão do fim ao qual chegariam. Que sua origem, seu crescimento, suas esperanças e temores, seus amores e crenças não passam do resultado do posicionamento acidental de átomos. Que nenhum heroísmo, nenhum grau de pensamento ou de sentimento pode preservar a vida individual após a morte. E que toda evolução através dos séculos, toda inspiração, todo intenso brilho do gênio humano estão destinados à extinção, na vasta morte do sistema solar e ainda que todo templo da conquista humana deverá INEVITAVELMENTE ser soterrado sob os escombros de um UNIVERSO EM RUÍNAS.
Após a descoberta de padrões de vida e dos movimentos dos elétrons pela física quântica, não podemos aceitar dogmas pré-estabelecidos por radicalismos e a extinção pura e simples das coisas.
Nosso argumento central, hoje mais do que nunca, tende a compreensão de que nós como seres humanos conscientes, somos a ponte natural entre o mundo da experiência diária que liga o macrocosmo ao microcosmo; e que um exame mais acurado da natureza e do papel da consciência no esquema das coisas, conduzirá a uma compreensão filosófica mais profunda do dia a dia e a um quadro mais completo do sentido da nossa vida.
Estamos convictos de que a ciência das coisas e a ciência do homem coincidem e se entrelaçam.
Com a evolução do conhecimento no final deste século podemos acreditar que temos hoje conhecimentos da física quântica cujos fundamentos baseiam a nova ciência. A ciência com visão holística (visão global), na qual podemos basear os conhecimentos da física e da psicologia e que através da comunhão da física e da psicologia também poderemos viver em um universo conciliado em que nós e a nossa cultura seremos plena e significativamente parte da realidade universal.
Assim, compreenderemos que tudo na realidade é e continua sendo uma questão de probabilidades. Tudo pode acontecer. Nós, através dos métodos que empregamos ou das equações que utilizamos podemos realizar nossos planos. Podemos materializar nossas ideias e nossos pensamentos.
Nós somos da geração "CREIO", estamos mudando comportamentos da geração "ACHISMO".
Apresentamos soluções para os problemas diários, através de nossas ações.
Falamos o necessário e agimos o suficiente, para que nosso modo de ser possa mostrar um caminho a seguir.
O primeiro passo para superar a procrastinação e a formação de decisões.
Quando alguém tem um forte desejo, o suficiente para levar a decisão até a sua conclusão, a procrastinação ou a vontade de adiar nunca passam para a prática.
Quando na piscina um jovem tem a cabeça segura em baixo d'água pelo seu professor de natação, ele possui um forte desejo de respirar.
O desejo é tão forte e aumenta à medida em que o tempo passa e o jovem jamais desistirá de respirar, nem que seja por poucos segundos.
Assim se concretiza o desejo sem procrastinação.
Qualquer desejo que você está constantemente adiando é chegado o momento de realizá-lo.
Determine o quanto é intenso o seu desejo de concretizar o ato a ser realizado.
Uma vez tomada a decisão de executar um projeto, determine a intensidade do seu desejo de executá-lo.
Se descobrir que é um desejo fraco, descobrirá também que o desejo é visto através de um ponto de vista negativo e que existem outras coisas em uma escala de prioridades e de preferência maiores do que as desse desejo.
Estas coisas estão no alto da escala de suas conveniências.
Para fortalecer um desejo, mude o ponto de vista.
Mantenha-se constante e persistente no que quer que seja importante para você.
Veja a maneira como olha para você mesmo.
Em 1985, em Laredo no Texas, fiquei conhecendo Bart Godman, um artista do teatro, que se dedicava ao ensino de controle mental, para pessoas que tinham perdido o sentido para a vida. Ele citava o exemplo de senhoras que tinham uma pia cheia de louças sujas e desistia de lavá-las. Dizia ele:
Estas senhoras procrastinaram, haviam outras coisas que elas gostariam mais de fazer. Preferiam fazer outras coisas porque estavam mais altas na escala de seus pontos de vista positivos.
Preferiam ler, passear, ouvir rádio ou assistir TV.
Estas senhoras precisavam mudar seus pontos de vistas. Elas deixariam de pensar em lavar as louças sujas, para imaginarem a cozinha brilhante e limpa. Elas gostariam de ter uma cozinha limpa. Todas as mulheres gostam de ter a casa limpa.
Existem pessoas que detestam estudar.
A vocês eu recomendo: da próxima vez que abrirem os livros, não estudem, aprendam.
Alguns estudantes não gostam do seu trabalho, mas todos querem aprender.
A procrastinação se torna um hábito quando, inconscientemente, alguém adia todos os trabalhos. Há muita gente que joga nesse time. As pessoas fazem isso constantemente porque acham desagradável seu trabalho ou o coloca em seu ponto de vista como tarefa negativa e sem proposito.
Eu recomendo: mudem o ponto de vista e o desejo de completar suas tarefas crescerá.
Revejam o que vocês estão constantemente adiando e determinem o quanto é importante e qual a intensidade do desejo para realizá-lo, dentro de sua escala de prioridades.
Qualquer que seja o trabalho ou o passeio que estamos adiando pode ser executado no momento que mais desejamos.
Devemos usar um padrão constante na nossa maneira de agir. Ativar até as nossas reservas naturais se necessário.
Isto nós chamamos de garra ou determinação de fazer.
Devemos determinar como vemos o que desejamos fazer e firmar um ponto de vista positivo em relação ao nosso desempenho. A nossa capacidade criativa.
Alguma coisa é desagradável somente por causa da maneira como é vista.
Hoje à tarde, o Paulo Heich deu um exemplo de ponto de vista.
Um copo com água pela metade.
Algumas pessoas veem o copo quase cheio, outros quase vazio.
Se é do trabalho que a pessoa não gosta e ela é sócia-fundadora do clube "Obrigado Senhor, hoje é sexta-feira", a semana torna-se interminável.
Logo mais nós vamos fazer um exercício que fortalece o nosso desejo.
Um exercício criativo de polarização.
Vamos usar o espaço mental, e o espelho mental para melhorar nossa determinação de fazer. Para reduzir as incertezas. Para amenizar a insegurança.
Para polarizar e para eliminar os sentimentos negativos.
Pode-se usar as técnicas do DOM.
Se alguém tem dúvida, na forma de usar as técnicas do DOM, venha fazer a reciclagem que amanhã à tarde nós iniciaremos com o espaço mental para enfocar os nossos projetos melhorar a memória e a clarividência.

Preparem-se para o exercício.

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